Perguntas frequentesVoltar




    formulários

    última atualização 20/04/2021

    Como faço para me tornar um epidemiologista?

    Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit, sed diam nonummy nibh euismod tincidunt ut laoreet dolore magna aliquam erat volutpat.

    Como me associar a ProEpi?

    Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit, sed diam nonummy nibh euismod tincidunt ut laoreet dolore magna aliquam erat volutpat.

    DÚVIDAS

    última atualização 20/04/2021

    Já existe uma cura para o Coronavírus?

    Não existe até o momento nenhuma medicação ou vacina recomendada que cure ou previna a doença COVID-19 ou a infecção por SARS-Cov-2, o vírus causador da doença. Atualmente existem várias medicações que atenuam os sintomas da doença, como analgésicos e antitérmicos e muitas pesquisas ao redor do mundo em busca de medicações e da vacina eficazes. 

    Referência: 

    WHO. Is there a vaccine, drug or treatment for COVID-19? 2020. Disponível em: Q&A on Coronaviruses (COVID-19). https://www.who.int/news-room/q-a-detail/q-a-coronaviruses. Acesso em: 17 set. 2020.

    Qual a forma de transmissão da Covid-19?

    A transmissão ocorre pelo ar ou de uma pessoa doente para outra por contato com secreções contaminadas pelo SARS-CoV-2 como gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, toque ou aperto de mão contaminada ou pelo contato com superfícies ou objetos contaminados e em seguida colocar as mãos na boca, nariz e olhos. Não existe comprovação de que ocorra transmissão vertical (mãe para o feto) novos estudos deverão ser feitos para determinar as consequências materno-fetais da infeção.

    Referências:

    GARCIA, Leila Posenato. Uso de máscara facial para limitar a transmissão da COVID-19. 2020. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2237-96222020000200902&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt . Acesso em: 17 set. 2020.

    KUCHARSKI, Adam J; RUSSELL, Timothy W; DIAMOND, Charlie; LIU, Yang; EDMUNDS, John; FUNK, Sebastian; EGGO, Rosalind M. Early dynamics of transmission and control of COVID-19: a mathematical modelling study. 2020. Disponível em: https://www.thelancet.com/journals/laninf/article/PIIS1473-3099(20)30144-4/fulltext . Acesso em: 17 set. 2020.

    Ministério da Saúde. Disponivel em: https://coronavirus.saude.gov.br/sobre-a-doenca  Acesso em: 17 de Setembro de 2020.

    SOARES, Roger Costa; GAUDARD, Ana Marcia Iunes Salles. Transmissão vertical do SARS-CoV-2: uma revisão sistemática. 2020. Disponível em: https://www.brazilianjournals.com/index.php/BJHR/article/view/9703/8143 . Acesso em: 17 set. 2020.

    Tempo de duração do vírus em diferentes ambientes?

    Depende da superfície em que o vírus se depositar. Estudo publicado no New England Journal of Medicine demonstrar que o Covid-19 apresentou-se mais estável em plástico e aço inoxidável do que em cobre e papelão. Em superfícies de cobre após 4 horas nenhum vírus viável foi medido e em papelão após 24 horas nenhum vírus viável foi detectado. O vírus teve um tempo de vida mais longo no aço inoxidável e no plástico, com a meia-vida estimada de 5, 6 horas no aço inoxidável e 6, 8 horas em plástico, levando um tempo máximo de 72 horas após a aplicação nessas superfícies. De acordo com o estudo, o vírus SARS-COV-2 permanece viável em aerossóis durante 3 horas. Não foram encontrados estudos até o momento que comprove a viabilidade do vírus em tecidos, porém sabe-se que outros vírus sobrevivem de 72 a 96 horas nos tecidos. Devido a capacidade do vírus de sobreviver por tanto tempo, destaca a importância da limpeza de superfícies e das mãos.

    Referências:

    VAN DOREMALEN, Neeltje; BUSHMAKER, Trenton; MORRIS, Dylan H.; HOLBROOK, Myndi G.; GAMBLE, Amandine; WILLIAMSON, Brandi N.; TAMIN, Azaibi; HARCOURT, Jennifer L.; THORNBURG, Natalie J.; GERBER, Susan I.; Lloyd-Smith, James O.;  Wit, Emmie.; Munster, Vincent J. Aerosol and Surface Stability of SARS-CoV-2 as Compared with SARS-CoV-1. 2020. Disponível em: https://www.nejm.org/doi/pdf/10.1056/NEJMc2004973?articleTools=true . Acesso em: 17 set. 2020

    Quais testes para detecção da Covid-19 ?

    Existem dois tipos de testes disponíveis: o teste viral e o teste sorológico/detecção de anticorpos. O teste viral é o que informa se o indivíduo tem infecção ativa, sendo o teste RT-PCR de swab nasal padrão-ouro de diagnóstico; por sua vez, o teste sorológico pode informar infecções passadas através da detecção de anticorpos, sendo realizado com sangue, e por ser dependente da produção de anticorpos pelo hospedeiro pode não identificar infecções atuais pois o corpo pode demorar de uma a três semanas para produzi-los. Ademais, existe a chance de falsos positivos para SARS-Cov-2 nos testes de anticorpos pois uma infecção prévia por qualquer outro vírus da família Coronaviridae gera anticorpos que serão identificados nesse exame. Os testes rápidos disponíveis encaixam-se nas categorias acima, sendo divididos em testes de detecção de anticorpos, e detecção de antígenos virais, para infecções passadas e atuais, respectivamente; entretanto os testes rápidos são ensaios de menor sensibilidade. 

    Referências: 

    CDC. COVID-19 Testing Overview. 2020. Disponível em: https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/symptoms-testing/testing.html. Acesso em: 17 set. 2020.

    CDC. Interim Guidance for Rapid Antigen Testing for SARS-CoV-2. 2020. Disponível em: https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/lab/resources/antigen-tests-guidelines.html. Acesso em: 17 set. 2020.

    CDC. Test for Current Infection. 2020. Disponível em: https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/testing/diagnostic-testing.html. Acesso em: 17 set. 2020.

    GERÊNCIA DE VIGIL NCIA EM SAÚDE / SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE /ES. NOTA TÉCNICA COVID-19 N° 06/2020 – GEVS/SESA/ES. 2020.

    Disponível em:

    https://coronavirus.es.gov.br/Media/Coronavirus/NotasTecnicas/NOTA%20T%C3%89CNICA%20COVID.19%20N.%2006.20.%20Testes%20Laboratoriais.pdf. Acesso em: 17 set. 2020.

    Reinfecção, é possível ?

    A possibilidade de reinfecção está em estudo e não pode ser desconsiderada, uma vez que não se sabe completamente sobre a biologia viral do SARS-CoV-2 (COVID-19) e estudos recentes demonstram a durabilidade de três meses da resposta humoral (por anti-corpos) do organismo. Existem relatos de pessoas foram positivas e em um período maior que 3 meses apresentaram novamentes sintomas compatíveis com a doença. Portanto,  se você já teve a doença provocada pelo novo coronavírus confirmada por exames sorológicos e está apresentando novamente a mesma sintomatologia após um período de três meses, convém buscar atendimento médico para descartar uma possível reinfecção.  

    Referências: 

    Seow, J. et al. Longitudinal evaluation and decline of antibody responses in SARS-CoV-2 infection. 2020.  pre-print medRxiv. Dispoível em: https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2020.07.09.20148429v1. Acesso em: 04 de Setembro de 2020. 

    Vabret, N. Antibody responses to SARS-CoV-2 short-lived. Nature Reviews Immunology, v. 20, n. 519, 2020. Disponível em: https://www.nature.com/articles/s41577-020-0405-3. Acesso em: 04 de Setembro de 2020.

    Chen, D. et al. Recurrence of positive SARS-CoV-2 RNA in COVID-19: A case report. International Journal of Infectious Diseases, v. 93, 2020.

    Como fazer uma boa higienização ?

    O indicado para uma boa higienização é lavar a superfícies com sabão e, posteriormente, passar álcool 70% e deixar que o mesmo evapore naturalmente, sem enxugar ou balançar as mãos. O álcool 70% é considerado bastante eficaz no controle e eliminação do novo coronavírus tanto da superfície corpórea quanto em superfícies inanimadas.  O álcool é um antisséptico com o mecanismo de ação baseado na destruição de proteínas que fazem parte do revestimento das bactérias, fungos e vírus. Na falta deste produto, outros agentes podem ser utilizados com eficácia semelhante para superfícies inanimadas: Hipoclorito de sódio a 0.1%; Alvejantes contendo hipoclorito (de sódio, de cálcio) a 0,1%; Dicloroisocianurato de sódio; Iodopovidona (1%); Peróxido de hidrogênio 0.5%; Ácido peracético 0,5%; Quaternários de amônio 0.05%; Compostos fenólicos; Desinfetantes de uso geral aprovados pela Anvisa. 

    Referências: 

    UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA. Uso do álcool 70% como antisséptico. 2020. Disponível em: https://www2.ufjf.br/noticias/wp-content/uploads/sites/2/2020/04/nota-tecnica-gte-antissepticos-regina.pdf. Acesso em: 04 de setembro de 2020.

    AGÊNCIA NACIONAL DE VIGIL NCIA SANITÁRIA (ANVISA). NOTA TÉCNICA Nº 47/2020/SEI/COSAN/GHCOS/DIRE3/ANVISA. Recomendações sobre produtos saneantes  que possam substituir o álcool 70% e desinfecção de objetos e superfícies, durante a pandemia de COVID-19. 2020. Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/documents/219201/5923491/NT+47-2020+-GHCOS/2a2e1688-76f2-4de4-a4c8-c050d780b9d7. Acesso em: 04 de Setembro de 2020.

    erros

    última atualização 20/04/2021

    Como faço para me tornar um epidemiologista?

    Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit, sed diam nonummy nibh euismod tincidunt ut laoreet dolore magna aliquam erat volutpat.

    Como me associar a ProEpi?

    Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit, sed diam nonummy nibh euismod tincidunt ut laoreet dolore magna aliquam erat volutpat.